Buscar

Padrão de separatividade e concorrência. Você também vive nele?

Já falamos aqui em outro momento sobre o quanto as crenças podem nos limitar ou nos fortalecer e impulsionar. Existem crenças que nos acompanham desde a infância, outras herdadas dos nossos ancestrais de até 7 gerações para trás, temos ainda as crenças de nível histórico, que são do consciente coletivo, é aquela questão social enraizada e por fim as crenças de Alma, que são toda a nossa bagagem. Mas por qual motivo estou falando disso? Falo disso pois esse padrão de separatividade e concorrência está dentro das crenças de nível histórico, ou seja, quando nascemos já temos estipulado o certo e o errado, o que pode e o que não pode, o que é bom e o que não é e também o quanto que temos que produzir, agir, fazer para ganhar nosso lugar no mundo. Esquecemos que cada um é singular e importante no Todo.


Bom, que lugar é esse que vivemos?

No nosso momento atual ainda é de ascensão financeira e material e por isso o individualismo cresceu tanto junto com a concorrência


Essa corrida contra o tempo para se ter cada vez mais nasce da comparação excessiva entre os opostos e ai surge essa necessidade (a pressa) de ir cada vez mais rápido para conquistar e ir além de quem está ao nosso lado.


Temos então comparação -> pressa -> concorrência -> individualidade

Lembrando que com essa pressa toda os níveis de ansiedade e depressão tem aumentado na nossa sociedade. São crianças, jovens, adultos e idosos vivendo com o sentimento de "não dar conta".


Onde ficou o coletivo nessa história?

Foi perdendo espaço até o famoso ego tomar conta.


Portanto, é necessário curar esse padrão que faz todos nós corrermos contra o relógio desde que nascemos. Se você parar para observar inclusive as crianças já nascem com alta produtividade e são valorizadas por isso. Muitos pais inserem uma rotina tão exaustiva quanto a deles para seus filhos: aula de piano de manhã, recriação, escola a tarde, inglês a noite e dormir.


Para curar esse padrão podemos olhar para o coletivo enorme que vivemos, que é a terra e cada consciência que nela habita (humanos, animais, plantas...). Podemos desenvolver a linguagem e a experiência compassiva e começar a entender o tempo do outro, o modo de vida do outro, as escolhas do outro e respeitar os seus gostos, vontades e aptidões, deixando de lado tanto a vontade de enquadrar todos a um mesmo estilo de vida quanto a linguagem violenta, que é baseada em julgamentos.


Se você se encontra dentro dessa montanha russa de informações e movimentos externos ou mesmo no lugar daquele que não entende como algumas pessoas não tem o mesmo ritmo que o seu, comece agora a mudar sua vida, que nela estejam presentes o cuidado com a sua saúde, a visita aos seus familiares, o contato próximo com amigos, o lazer, a diversão, a espiritualidade e o silêncio.


Deixo aqui uma pergunta para você: O que você pode fazer para começar a romper com esse padrão?


A dica é: esteja presente, escolha uma vida leve, compassiva e liberte-se do julgamento.


Somos todos UM!


Eu sou Luisa Magnus, agradeço por ter lido até aqui!

6 visualizações0 comentário