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É necessário sofrer para aprender? Eras de peixes e de aquário

Podemos dizer que Jesus é o símbolo da Era de peixes, era marcada também pela dualidade, o bem e o mal, o certo e o errado, os diversos fundamentos, que o sofrimento era mais valioso e acreditava-se que para aprender precisava sofrer. Você concorda com isso?

Se olharmos para nossa história verificaremos que ela foi marcada por guerras, fome, revoluções, lutas, ou seja, através dessas rupturas dolorosas novos caminhos foram sendo traçados, ainda que trouxessem mais dor. Trazemos enraizados na nossa genética crenças de escassez devido a falta que nossos antepassados sentiram, desde fome até de amor, quando iam para as guerras e tinham de deixar tudo para trás, trazemos também a crença dual de que sofrimento e aprendizados andam juntos e trazemos tantas outras sem saber. Esse assunto pode parecer um pouco estranho para você por ser também novo e aí já está a contribuição de aquário, as novas áreas de conhecimento. Para quem quer saber mais, a física quântica explica e o thetahealing também.

E aí eu aproveito para te perguntar: como você se lembra de Jesus? Quando você fala em Jesus lembra de cruz ou de amor?

Você acha que Jesus gostaria que a gente se lembrasse dele na cruz? Da dor e do sofrimento que ele sentia? A nova Era, de aquário, sai da dualidade de peixes, inclusive desta que une sofrimento e evolução, para a integração do homem com o sagrado, para o entendimento que as coisas todas estão relacionadas entre si, tudo fazendo parte de uma infinita rede, e também que cada um é responsável pelo coletivo.

É como se agora estivéssemos olhando para Jesus mais a partir do amor, trocando o paradigma de que precisamos sofrer para aprender para a nova percepção de que através do amor e da paz podemos evoluir.

Nós estamos ainda aprendendo isso pois estamos aprendendo a nos distanciar do ego e a olhar para o coletivo, olhar com novas lentes, fora da nossa individualidade das situações. Na Era passada muito era falado sobre esse individualismo (olhar de dentro da situação), as necessidades pessoais frente às necessidades coletivas e hoje fala-se em buscar olhar ao redor e unir nosso propósito ao bem maior.

Isso de forma alguma é se deixar de lado ou deixar de prestar atenção em si mesmo, isso é trabalhar quem somos (ego) para benefício coletivo e nós fazemos parte dele.

Estamos ainda engatinhando nessa estrada do sentir-se feliz e pleno ao realizar algo para o outro sem ter a necessidade de ganhar algo com isso e de simplesmente não precisar ganhar sempre. Ai está a dualidade do ou ganhar ou perder, ou ser bom para mim ou ser ruim e isso está começando a ficar para trás, pois está já nos nossos questionamentos ao mesmo tempo que a compaixão, a linguagem compassiva, os exemplos de amor de Jesus estão se fazendo mais presentes!

É um momento de se conectar com o Eu superior, Divino, Deus, Natureza como você preferir chamar. É um momento de libertação e de formação de um coletivo harmonioso.

Eu agradeço por ter lido até aqui!

Que seja um Nova Era de muita luz e amor!

Luisa Magnus


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